terça-feira, outubro 18, 2011

Vamos lá dizer mal outra vez



Antigos políticos escapam ao corte das pensões na função pública, noticia o Diário de Notícias. Diz o jornal que "As pensões vitalícias dos antigos políticos escapam ao esforço adicional que leva ao corte de pensões e salários públicos no próximo ano. As subvenções mensais vitalícias pagas aos ex-políticos são repartidas por 12 parcelas por ano, o que significa que ficam fora das medidas do Governo".

Vamos ver se alguma coisa é feita para corrigir este petit rien...

Notícia Aqui

8 comentários:

Isa disse...

De acordo com o Diário de Notícias, muitos especialistas consideram injusta esta situação, já que se está a pedir sacrifícios a todos, mas reconhecem também que a situação tecnicamente é difícil.

Epá, FILHOS DA PUTA! sério. Só á metrelhadora.

Olha, vou partilhar isto.

António Branco disse...

É tecnicamente difícil sim... tinham de dividir a totalidade do que recebem por 14. E como não recebem 14 vezes mas 12, não sabem fazer contas. Coitados. Eu até tenho cá umas calculadoras. Mas eles não...

Isa disse...

Epá ... dificuldade "técnica"??

mas esses gajos não se cansam de pisar no contribuinte, caray? mas então alguém se preocupa com merdices como as "dificuldades técnicas" que temos nós, em gerir o que fica depois que nos tiram?

foda-se pá, ca nervos.

L.O.L. disse...

Meu Deus. E nem sequer é preciso uma calculadora científica para efectuar esses cálculos. Filhos da put@...

Manuel Santos Marques disse...

Sejamos tolerantes, meus irmãos. Estes políticos são jovens e a matemática é uma ciência dura:

http://youtu.be/4ZjA0p_4YHU

António Branco disse...

Isa, tu controla-te que ainda te internam! E o dinheiro não é importante :P

António Branco disse...

Olá LOL! Acho que não têm calculadoras. Só Magalhães :P

P.S. Vi por aqui uma imagem que mostra o que muitos deles pensam de nós. Está aqui

António Branco disse...

Manuel! Ainda te acabo a chamar "Bro" (tu vê lá não te desgraces! Vem de Brother, que só tive 16 a português... e não tenho Magalhães!).
Isto daqui a 3 ou 4 anos estamos todos bem... O Bordalo levou a vida toda a dizer mal e no fim morreu.
E tudo continuou... mal, mas continuou... diz-se até que em 1909 já o país estava melhor. Claro que depois piorou. Mas isso é porque nós gostamos da sensação. Senão como é que cantávamos o fado. Ainda acabávamos a dançar o samba, que não é o nosso estilo. Se calhar porque é muito desprendido... e o que queremos nós? Desprendimento feliz? Ou infelicidade conhecedora. Eu sei o que quero. Mas já não sei se estou com a razão...