quarta-feira, junho 29, 2011

Paris, 1976



Em Agosto de 1976, o cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmara estabilizada na frente de um Ferrari 275 GTB e convidou um amigo piloto profissional de Fórmula 1, para fazer um trajecto em Paris à máxima velocidade que conseguisse (isso foi o que ele disse na altura; agora diz outra coisa, donde, não sabemos onde está a verdade...).
A viagem teria início na Porte Dauphine e terminaria na basílica de Sacre Coeur. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no trajecto percorrido. Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso.

9 comentários:

Fresco e Fofo disse...

Por acaso encontrei ISTO e pelo que entendi (o meu francês não vai longe...), as coisas não se passaram exactamente assim. Lol

Isa disse...

UAU! simplesmente fabuloso!

Vi isto numa sala de cinema, se não estou em erro, antes do filme Les Uns et Les Outres.

Há uma catrefada d'anos atrás, claro está.

António Branco disse...

Olá Fresco! Antes de colocar isto aqui vi três histórias diferentes... esta pareceu-me fazer sentido. Mas não sei qual a verdadeira.
O certo é que o homem fez o filme, quebrou dezenas de vezes as regras de trânsito e foi preso. Mas ficou giro...

António Branco disse...

Olá Isa! Uma catrefada? então foi ontem!
O autor é o mesmo, Claude Lelouch!

Utena disse...

Intenso... muito aliás

António Branco disse...

Olá Utena! Intenso, sim!

E provocador, no desprezo por regras. Nem a regra da verdade cumpriu... na altura disse ter usado um Ferrari e um piloto de Fórmula 1. Agora diz ter sido ele, num Mercedes. Não é que seja importante, pois o resultado é positivo, apesar de tudo...

Dark angel disse...

Fónix, há gente muito maluca :) pensava eu que infringia muitas regras na auto estrada a caminho do trabalho... se realmente foi ele, não deixa a idade tomar conta de uma quantidade de factores que geralmente levam algumas das pessoas da mesma idade a embaraçarem... lol

Pusinko disse...

wow!
Adorei!
Obrigada por postar isto António :)

António Branco disse...

Está giro Pusinko. Um pouco wild... e se calhar falso, já que, mais tarde, o autor da proeza veio dizer que não era um Ferrari mas um mercedes relativamente vulgar na época, como lembrou o Fresco e Fofo.
Uma coisa é certa. O homem borrifou-se para os sinais de trânsito...