segunda-feira, maio 23, 2011

The end.



Passou o dia e eu nem dei por nada...

Ainda estamos vivos, não?

Noticiado previamente em vários locais, há um resumo

aqui

13 comentários:

Manuel Santos Marques disse...

Que pena. Aí é que íamos ficar a saber quem é que acredita realmente em Jesus e quem é que anda a armar-se aos cágados. (Bem, eu não ia, a não ser que passem noticiários internacionais no Inferno.)

António Branco disse...

Olá Manuel! O inferno são os outros ;)

A generalidade dos "outros" tem interesse em vender algo, pelo que há seguramente noticiários internacionais no inferno...

Isa disse...

"Ainda estamos vivos, não?"

Estamos?

será?


Olha que tenho cá as minhas duvidas...

António Branco disse...

Olá Isa! O nosso conceito de vida poderá ter que se lhe diga... de acordo com um conceito "humano" está tudo morto... somos todos répteis...

Vera, a Loira disse...

Já nem me lembrava disso. Eu estou bem viva, com alguns arranhões do Btt, mas bem viva.

Green Eyes disse...

Vivemos todos num "matrix"... ;)

António Branco disse...

Olá Vera! Também não pensei nisso... E os arranhões fazem-nos sentir mais vivos :)

António Branco disse...

Olá Green Eyes! Não sei se no Matrix tout court se só no manicómio do Matrix ;)

A moca que faltava disse...

Se calhar estamos todos mortos mas ainda não recebemos o aviso, porque os carteiros também morreram. loool

António Branco disse...

Olá Fresco! Na verdade acho que estamos todos profundamente adormecidos...

Pusinko disse...

Sim sim, estamos cá todos, foi adiado. É como na função pública. O papel é carimbado e que sim, vi estar pronto semf alta amanha, mas depois, afinal aguarde mais um dia.
É assim com as previsões do fim do mundo...

António Branco disse...

hehe. Pusinko, ainda há coisas a funcionar bem. Nós temos o hábito de lembrar apenas o que é menos bom... quanto aos fins de mundo, todos os dias são para alguém...

Pusinko disse...

Visto por esse prisma é verdade. Mas fico contente de não irmos todos ao mesmo tempo :)
E a analogia coma função pública é um cliché que resulta sempre, mesmo não sendo bem verdade.