domingo, agosto 07, 2011

Trabalho é trabalho. Conhaque é conhaque. Só isso.


“Os alemães trabalham muito menos [por ano e durante a vida activa] que os europeus do Sul. E também não trabalham de forma tão intensiva”, assegura Patrick Artus, chefe da secção de economia do banco francês Natixis e o redactor deste estudo, que se baseia designadamente nos números da ODCE e Eurostat.

A duração anual média do trabalho de um alemão (1390 horas) é assim muito inferior à de um grego (2119 horas), de um italiano (1773 horas), de um português (1719 horas), de um espanhol (1654 horas) ou de um francês (1554 horas), referem as estatísticas publicadas em 2010 pela OCDE.

Notícia do Público


4 comentários:

Sofia disse...

E depois falam das nossas férias...
Beijinhos

Fresco e Fofo disse...

Viver não custa.
Custa é saber viver (nem que seja à custa dos juros dos empréstimos a Portugal e à Grécia).
Pena que ninguém se lembre de responsabilizar os alemães (como Hitler fez com os judeus) de serem os causadores de toda a desgraça que vai pela Europa.

António Branco disse...

Olá Sofia! Verdade! Trabalhar, trabalhamos. Quer-me parecer que a diferença está na organização. Mas isto melhora. Beijinhos!

António Branco disse...

Olá Fresco! Os alemães emprestam dinheiro a juros razoáveis e ainda se queixam...
Também acho que os alemães têm grande responsabilidade nos problemas da Europa. E têm por muitos factores. Um deles, pouco falado, é o de não terem aumentado os vencimentos aos seus trabalhadores por quase 10 anos... isso aumenta-lhes em muito a competividade em relação a todos os outros. Assim, a Europa não vai a lado nenhum, com políticas que puxam cada uma para seu lado, de acordo com o país... (vê aqui)