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quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Caramelo das colas é cancerígeno.

Ao contrário do caramelo feito em casa quando derretemos açúcar ao calor, o corante artificial das colas é feito pela reacção do açúcar com a amónia, a alta pressão e temperaturas.

Destas reacções químicas resulta a formação de produtos que, em estudos realizados com animais, se mostraram associados aos cancros do pulmão, fígado, tiróide e leucemia.

No comunicado enviado à imprensa, o programa nacional de toxicologia dos EUA, que realizou os estudos com animais, disse existirem "provas claras" de que os produtos resultantes da reacção referida são cancerígenos. Investigadores da Universidade da Califórnia, encontraram níveis significativos destes produtos em “cinco marcas de refrigerantes de cor castanha”.

Vários especialistas juntaram-se para pedir que a FDA (agência reguladora norte-americana) impeça o uso do caramelo quando feito da reacção com amónia.

As empresas que produzem colas já tinham modificado o modo de fabrico assim que se descobriu, há poucos anos, que estavam a colocar benzeno (e tolueno e xilenos, também carcinogénicos) nas bebidas. Agora, vêm-se a contas com os 2-metilimidazol e 4-metilimidazol.

Vamos ver a resposta dos lobbies das colas… o certo é que quando alguém nos fez só deveria haver água no planeta, tendo o sumo de fruta e o vinho passado a ser consumidos pouco depois… (e não ponho as mãos no fogo por estes últimos dois).

Notícia aqui

terça-feira, fevereiro 01, 2011

A Mudança



Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança…


Só a mudança é permanente. Não podemos esperar outra coisa. Mudam os regimes, muda a conjuntura económica, muda a estabilidade geopolítica (agora no Norte de África, que a tornar-se radical, tornará a nossa Europa num potentado fechado, a produzir e a comprar aos EUA mais armamento, dois gigantes com interesse em que isso suceda). Mudam os empregos e desempregos, a empregada doméstica. Muda a casa e o carro. Por vezes a família.
No século XVI pensava-se que o tabaco fazia bem à saúde. No início do século XX descobriu-se que não. Nos anos 60 e 70 ainda surgiam anúncios a associar o tabaco ao bem-estar.
Tudo muda… talvez não mude a Verdade. Mas há uma coisa de que tenho a certeza.
O impacto que cada coisa tem em nós depende da maneira como a vemos.